Category Archives: 2-Traduções

A velha menina

196_avelhameninaA velha menina / Ivo Andric ; trad. Ilse Losa e Manuela Delgado.  Lisboa : Livros do Brasil, [1962].

Reeditado em 1993 (?)  e 2003  (Lisboa : Diário de Notícias, D.l. ) ver registo aqui

Fonte da imagem; ver aqui também

Capa de ?

Sugestões:
recensão gulbenkian
Ler artigo  de Ana Bárbara Pedrosa

Andorra

Andorra : peça em 12 quadros / Max Frisch ; trad. Ilse Losa e Manuela Delgado. – Lisboa : Portugália, cop. 1961. – 167, [10] p ; 17 cm. – (O livro de bolso ; 34)

Citação  do livro : «Hoje [1961], Max Frisch é um dos maiores dramaturgos e comediógrafos contemporâneos, conservando-se constantemente o seu nome nos cartazes das principais cidades europeias. A estreia de Andorra [a 2 de Novembro de 1961, no Schauspielhaus de Zurique] prolongou-se por três dias, dada a extraordinária afluência de público. Criação de vanguarda do teatro contemporâneo, atinge, no final, a grandeza da tragédia grega.”  

In FRISCH, Max – Andorra. Tradução de Ilse Losa, Manuela Delgado. Lisboa: Portugália, cop. 1961.  (fonte)

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No rasto de Anne Frank

1959_norastodeannefrankNo rasto de Anne Frank / Ernest Schnabel ; trad. Ilse Losa. Lisboa : Livros do Brasil, 1959

No rasto de Anne Frank / Ernst Schnabel ; trad. Ilse Losa. Lisboa : Livros do Brasil. 2003.

Diário de Anne Frank

diarioannefrankxsDiário de Anne Frank : de 12 de Junho de 1942 a 1 de Agosto de 1944 / trad. e pref. de Ilsa Losa. Lisboa : Livros do Brasil, 1955.
(…)
Diário de Anne Frank : de 12 de Junho de 1942 a 1 de Agosto de 1944 / trad., pref. Ilse Losa.  Lisboa : Livros do Brasil. 2002.

Sinopse da editora : «”Livros do Brasil” honra-se de apresentar ao público português, incuindo-o nesta “Colecção Dois Mundos”, um dos livros mais extraordinários do nosso tempo: O Diário de Anne Frank. Traduzido em todas as línguas cultas, adaptado ao teatro e ao cinema (com a actriz Audrey Hepburn personificando a outra ?), este Diário não foi escrito como obra literária, com a ideia no público – mas ultrapassa em talento, em beleza, em dignidade humana e em profundo significado a maior parte de quanto se tem publicado nos últimos anos. Anne era uma rapariguinha de uma família judaica de Francfort que se refugiou na Holanda para escapar às perseguições nazis. Invadido este país, a família esconde-se com outras pessoas num «anexo» de uma casa, onde, protegida por gente corajosa e dedicada, consegue viver largo tempo sempre no terror de ser descoberta. Acabou por sê-lo. E o diário de Anne foi encontrado por acaso num monte de papéis velhos. Anne veio a morrer no campo de concentração de Gergen-Belsen. Mas o diário que essa rapariguita escreveu é, na sua perspicácia e na sua desenvoltura adolescente, um documento, um autêntico documento humano – e, só pelo facto de existir, um protesto contra as injustiças do mundo em que vivemos. Como diz a escritora Ilse Losa, que dedicadamente traduziu e prefaciou estas páginas comoventes: «Reencontramo-nos em Anne! Sentimos a verdade, nua e crua, em cada uma das suas palavras. E é precisamente por isso, pela identidade dos sentimentos humanos, independentemente de latitudes e de raças, que esta obra ganha cunho de universalidade.» (fonte )

Sugestões:

  • A introdução ao livro por Ilse Losa e um extrato do diário aqui
  • Reencontro com Anne Frank – 20 anos mais tarde por  Maria Gil de Sousa in  Millenium – Revista do ISPV – n.º 26 – Julho de 2002
  • O texto completo em aqui (pdf)

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